Indestrutíveis! Dizíamos ser indestrutíveis, como fortes de pedra maciça, que guardavam um cofre de infinitos desejos que levaríamos connosco para a imortalidade.
Inocentes! Inocentes promessas feitas á sombra de dois ingénuos espíritos. Do fogo, regressamos como as cinzas arrastadas pelo vento, que nos ferem o olhar penoso que carrega o peso da existência.
(A morte está apaixonada por nós…Deixa a paixão morrer connosco.)
sábado, 9 de maio de 2009
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